Notícias Econômicas e Investimentos: Outubro 2019

por Gabriel Santos Viana
12 de Novembro de 2019, 10:27 h | por Gabriel Santos Viana
InvestimentoAtualidades
Esclarecemos aqui como os principais acontecimentos econômicos nacionais e internacionais influenciaram as carteiras de investimentos da Rio Claro no mês de outubro. Entenda como o mercado financeiro está movimentando as estratégias de carteiras da Rio Claro.

Vamos falar um pouco sobre algumas notícias econômicas nacionais e internacionais e como elas influenciaram, de forma generalizada, as nossas carteiras de investimentos. É importante lembrar que cada carteira é única e tem suas particularidades, então nem tudo que vamos falar aqui se aplicará a todas as nossas carteiras de investimentos.

Este mês foi marcado por bons ganhos em fundos de renda variável e multimercados, devido às altas da Ibovespa, que atingiu a sua máxima histórica. Em compensação, os fundos de renda fixa desaceleraram, apresentando rendimentos mais baixos. Isso se deu por dois motivos: a grande vazão de pessoas físicas na negociação de seus ativos e a pressão de venda em debêntures incentivadas. A tendência é que esses fundos compensam essas perdas com rentabilidades acima do CDI, uma vez que os ativos tiveram seus preços definidos por vendas de pessoas físicas e não por negociações entre investidores institucionais. 

O cenário internacional e nacional se mostra positivo diante das melhoras nas relações comerciais entre as duas maiores potências econômicas mundiais, EUA e China. As duas potências estão em um conflito comercial há mais de um ano e vem afetando negativamente o fluxo de comércio internacional, além de causar apreensão em indústrias de cadeias de produção internacional.

Hoje, representantes de Washington e Pequim se aproximam de uma primeira fase de um acordo comercial, com a renúncia das tarifas sobre US$112 bilhões aplicadas em setembro pelos americanos sobre importações chinesas e a retomada de compra de produtos agrícolas americanos pelos chineses. 

Junto a isso, também tivemos a divulgação de bons dados econômicos dos dois países, acompanhado por uma expectativa de resolução do Brexit. Houve um anúncio de que o premiê britânico iria apresentar uma proposta de acordo para a União Europeia, porém a negociação não avançou e um novo adiamento para Janeiro 2020 foi aceito. 

Por fim, o anúncio de mais um corte na taxa de juros básica americana, de 0.25 pontos percentuais, também levou a uma alta das bolsas. Esse cenário internacional favorável juntou-se a um cenário local também positivo, com um novo corte na Selic, agora em 5%, a aprovação da reforma da previdência no Senado e a expectativa pelo pacote de reformas anunciados pelo Ministério da Economia. Com isso, a Ibovespa renovou sua máxima histórica, ultrapassando a marca dos 108 mil pontos. Além dos ganhos em renda variável, esse movimento levou a uma valorização do Real, e assim, iniciamos uma reposição em fundos cambiais, aproveitando a desvalorização de suas cotas. 

Assim, seguindo o movimento que já vinha sendo feito desde agosto, aumentou-se a posição em fundos multimercados e de renda variável Long Short. Também iniciou-se uma reposição da proporção da carteira em dólar, após recuos no preço da moeda.

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