Seguro de vida é investimento?

por Bruno Vendruscolo
13 de Junho de 2019, 19:43 h | por Bruno Vendruscolo
InvestimentoPlanejamento Financeiro
Seguro de vida é de extrema importância e tem a sua função dentro do planejamento financeiro pessoal. Quando o seguro de vida é resgatável, frequentemente é visto como investimento? Será que é vantajoso visar essa ferramenta para esse propósito? Entenda no post de hoje!

Uma dúvida muito frequente dos clientes da Rio Claro é sobre a natureza de um seguro de vida. Essa ferramenta é considerada um investimento?

Bom, vamos entender sobre o que consiste um seguro de vida, para assim entendermos a resposta desta questão

Toda ferramenta de Seguro serve para cobrir um risco a qual estamos sujeitos. No caso do seguro de vida, o risco seria uma eventual morte precoce, privando os familiares de todo o apoio financeiro que o segurado estava disposto a fornecer a seus descendentes e parceiros. Geralmente vinculado ao seguro de vida estão outras coberturas , como cobertura extra por acidente, cobertura em caso de invalidez, um acometimento por doença grave, diárias por afastamento de trabalho ou  internação por período prolongado, serviços funerários, entre outras. 

O foco dessa ferramenta é proteger o futuro financeiro, visando uma sucessão patrimonial no caso de falecimento. Pode assegurar a educação dos filhos ou até mesmo um objetivo financeiro de longo prazo, como chegar ao primeiro milhão em 5 anos. Produtos de seguro com retorno financeiro não são considerados investimentos. A ideia de um seguro de vida que possui a opção de retorno consiste em antecipar um risco de morte para que o pagamento seja realizado em 10 anos,15 anos, 20 anos ou até mesmo que o mesmo seja pago até a idade de 65 anos ou 99 anos. 

Em todos os casos, a seguradora antecipa o custo para essas modalidades e após a conclusão de pagamento, o seguro passa a ter a totalidade do valor pago (na cobertura por morte) como passível de resgate. Entretanto, é preciso abrir mão da cobertura ao realizar o resgate. 

 Muitas vezes esse seguro retornável  é confundido com investimento pelo fato de que todos os valores são corrigidos por algum índice inflacionário, geralmente o IPCA. O cálculo correto para o retorno seria que a provisão matemática é rentabilizada em IPCA (pago pelo próprio cliente), mais 3% atuarial (cálculo que envolve as questões de saúde do segurado, sendo diferente de 3% de retorno financeiro). Para simplificar, pode-se dizer que o valor pago pelo cliente só começa a ter o retorno de IPCA + 3% atuarial após o período de pagamento.

Se o plano de pagamento foi de 10 anos, por exemplo, após o décimo ano o cliente passa a ter esse retorno. Além dessa especificidade, se o segurado resolver por qualquer motivo terminar o contrato e cancelar o seguro, sempre haverá multa para o retorno do valor pago. Dessa forma, até o segundo ano, o valor de retorno é zero, independente do prêmio que o segurado estiver pagando. 

Tendo isso em mente, é necessário entender que dentro de um planejamento financeiro o seguro de vida ou de invalidez é de extrema importância, caso contrário um imprevisto poderia comprometer todo o planejamento financeiro.

No entanto, deve-se entender o seguro como produto de proteção, apenas, e não como forma de investimento ou planejamento de aposentadoria. 

Nós da Rio Claro Investimentos fazemos o dimensionamento correto dos seus seguros e identificamos as necessidades sempre priorizando a cobertura dos risco, visando não comprometer sua capacidade de poupança além do necessário. 

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Em sua invenção, o dinheiro era um simples intermediador de trocas de mercadorias, foi uma ideia excelente e que facilitou muito a vida das pessoas. Com o passar dos séculos, transformou-se num valor próprio, gerando o gosto, em muitas pessoas, de acumulá-lo; isso com o intuito inicial de se precaver contra qualquer tipo de escassez ou adversidade futura.

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O mês de junho foi marcado por um reajuste de expectativas em relação ao mês de maio. Enquanto o mês anterior foi de bastante entusiasmo, dada a reabertura gradual da economia europeia, indicações de que o pico da pandemia do coronavírus já teria passado nos EUA e o otimismo local propiciaram a percepção de uma maior aversão ao risco dos investidores globais no mês de junho. A crescente de casos em vários estados americanos, o anúncio de uma segunda onda de infecções em Pequim bem como o aumento do estresse na política local com a prisão de Fabrício Queiroz e o avanço dos inquéritos no STF contra o Planalto geraram mais estresse no mercado.

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