A poupança é como aquele filme clássico da Sessão da Tarde: previsível, confortável e incrivelmente ultrapassado. Enquanto o universo financeiro evolui com milhares de opções mais eficientes, a poupança segue firme como uma relíquia empoeirada, imune a crises e modismos financeiros. Mas se ela não é a mais rentável, nem a mais segura, muito menos a mais prática, o que justifica sua existência teimosa e persistente?